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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Balling Original (Alemão)......Lançamento!


Olá,
É com muito orgulho que apresento mais
uma opção do Balling.

Agora esta disponivel o Balling Original (Alemão).
A formulação continua sendo a mesma do Balling Tradicional,
Há diferença esta na qualidade Superior,Sendo que
Todos os elementos são Importados direto da Alemanhã.

1 Kit de Balling Original (Alemão) R$75,00
Consiste em 3 Soluções A,B e C de 3L/7.5L/3L.



Qualquer duvida estou a diposição no
MSN: denilsonejulianabraatz@hotmail.com
E-mail: denilsonbraatz@yahoo.com.br
Fone: (47) 99559209 Tim
           (47) 91344562 Vivo
FaceBook: Denilson Braatz Juliana Lehmkuhl

Envio por:
Correio
JadLog
Azul Cargo

Aceito PagSeguro para Parcelamento no Cartão
e Oi Paggo.Lembrando que tem um acrescimo
no valor total.

Logotipos de meios de pagamento do PagSeguro


Não me resposnsabilizo por uso indevido do Balling!


Abç.
Denilson!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Iluminação

Iluminação em um Aquário de Corais


Iluminação é um dos importantes fatores para se manter um aquário saudável, mas ainda existe uma enorme deficiência no compreendimento, além de informações erradas dadas a hobbistas. Neste artigo eu pretendo desmistificar alguns conceitos e prover algumas informações práticas e úteis que você poderá colocar em uso quando pensar nos habitantes do seu aquário.

Primeiramente, quanto estamos falando de luz, temos que definir corretamente a terminologia ou mais especificamente a maneira como se medir a intensidade da luz e as unidades que utilizaremos. Muitos aquaristas falam em watts por litro e neste artigo espero mostrar que isso pode ser muito equivocado. Nosso interesse em iluminação, tendo em vista os corais, é principalmente relacionado à habilidade das algas Zooxantellae de fazer fotossíntese e, assim, estamos considerando a quantidade de PAR que está bombardeando qualquer coral.

PAR é a radiação fotossintética disponível e é medida em Micro Einsteins por Metro Quadrado por Segundo (µE·m²·sec) ou Micro Mols por Metro Quadrado por Segundo (µmol·m²·sec). Como mostrarei, usando termos como watts por litro, estamos considerando a quantidade total de luz que será exposta em nosso aquário e a intensidade de luz em diversos pontos diferentes pode variar enormemente, enquanto quando nos referimos ao PAR e µmol·m²·sec, estamos falando da exata quantidade de luz que está chegando a um determinado ponto em um determinado momento.

Nós medimos PAR com medidores de luz esses são fáceis de serem utilizados. Apesar de não serem muito baratos, os medidores são uma das mais úteis ferramentas que podemos usar. Consistem em dispositivos com um sensor e um display digital. Para o restante deste artigo, irei me referir a intensidade luminosa em µmol·m²·sec, mas para referência, você pode em um dia sem nuvens com luz direta do Sol em um dos trópicos por volta de 2,000 µmol·m²·sec. Na mesma situação de céu limpo, mas à 1m de profundidade em um recife de corais, essa quantidade cairá a 1600 µmol·m²·sec, a 5m de profundidade, por volta de 950 µmol·m²·sec, a 10m aproximadamente 600 µmol·m²·sec e finalmente a 20, a intensidade diminuirá a aproximadamente 300µmol·m²·sec.

Agora que você tem uma idéia da variação da intensidade da luz que é encontrada em um reef de corais, vamos ver como isso se compara aos nossos aquários. Existem vários fatores que determinam a intensidade da luz que chega a qualquer ponto do aquário. Obviamente o tipo de fonte de luz que você está usando tem grande importância, e por agora vamos nos concentrar em lâmpadas HQI. A potência da lâmpada que você usa é compreensivelmente um dos principais fatores, no entanto, existem muitos outros fatores que influenciam a intensidade da luz que chega a um coral, incluindo a temperatura medida em Kelvin da lâmpada, o fabricante, o design dos refletores, a distância da lâmpada à superfície do aquário, a transparência da água, a profundidade em que o coral está, o reator utilizado e até mesmo a movimentação na superfície da água.

Primeiramente, vamos observar o efeito que a distância da lâmpada até a superfície da água tem. Como todos sabemos, a água absorve a luz, no entanto, em nossos aquários estamos atravessando a luz por cerca de 40 a 70 cm de água e a quantidade de luz que a água absorve nessa distância é realmente pequena. Mais importante é a distância da fonte de luz ao coral propriamente dito. A principal causa da diminuição da intensidade de luz em nossos aquários é devida à distância entre as lâmpadas e o objeto em questão e o fato de que a diminuição da intensidade da luz na água segue a regra do quadrado inverso. Você não precisa entender essa regra, mas seus efeitos são muito relevantes. Para entender como a distância entre a lâmpada HQI e um determinado ponto no aquário afeta sua luminosidade, pegaremos algumas leituras utilizando um medidor de PAR. A lâmpada utilizada foi uma HQI 250W de 10.000 Kelvin de rosca com um refletor. A lâmpada tinha 6 meses de uso e foi colocada sobre um aquário. As leituras foram feitas a 5 cm da superfície que não tinha movimentação. Aumentando a fonte de luz de altura, pude fazer leituras em distâncias que variaram entre 12,5 cm e 37,5 cm da lâmpada ao sensor de luz. O gráfico 1 mostra os resultados.


Como pode-se observar, quando a lâmpada estava a 5 polegadas (12,5 cm) acima superfície da água, a intensidade da luz a duas polegadas (5 cm) abaixo da superfície diretamente abaixo do centro da lâmpada era 1070 µmol·m²·sec. Quando levantada a lâmpada a 9 polegadas (22,5 cm) da água, a intensidade caiu drasticamente a 520 µmol·m²·sec. Essa mudança na distância de apenas 4 polegadas é equivalente à mudança em profundidade entre 4 e 14 metros em um recife de corais. Então observa-se que a distância entre a lâmpada e a superfície da água tem um efeito dramático na luminosidade provida aos seus corais.

A altura em que a unidade de iluminação está suspensa sem dúvida não é o único fator. As leituras mostradas no gráfico acima apenas leva em consideração a distância do objeto diretamente abaixo da fonte da luz, ele não mostra quão dramaticamente o posicionamento horizontal pode afetar a quantidade de luz que recebe. Para mostrar isso, peguei uma larga amostra de leituras em várias posições ao redor do centro em um aquário. O tanque media 1,20m x 0,60m x 0,60m com duas HQIs de 250w e 10,000 Kelvin de rosca.
Essa lâmpada foi suspense a 20cm acima da superfície da água e posicionada de maneira que seu comprimento ficou no mesmo sentido do comprimento do aquário. Havia 32cm entre as lâmpadas. O diagrama da figura 2 mostra as leituras agrupadas para dar uma visualização do padrão de distribuição da luz pelo aquário.



Esse diagrama mostra claramente algo que não tem a merecida atenção quando do posicionamento dos corais. O posicionamento horizontal é tão relevante, se não mais relevante, que o posicionamento vertical no aquário. A imagem mostra isso mais claramente. Diretamente abaixo da lâmpada da direita, à superfície da água a intensidade da luz é de 1.100 µmol·m²·sec, mas a apenas 4 polegadas à direita, a intensidade à superfície é de apenas 550 µmol·m²·sec e essa tendência segue em todo o aquário. Se sair um pouco ao lado do centro de sua fonte de luz, sua intensidade luminosa cai drasticamente. De qualquer maneira, observa-se que no centro a luminosidade é intensa devido à sobreposição da iluminação. Mas isso depende de quão distante estão suas lâmpadas e o grau de incidência.

Outro fator que é frequentemente esquecido quanto às HQIs e a intensidade luminosa em aquários é a medida de Kelvin das lâmpadas. Essa medida refere-se à temperatura de cor que a luz emite, quanto maior o Kelvin, mais azul é a lâmpada e quanto menor o Kelvin, mais amarelada/vermelha. O fato negligenciado é o de que quanto maior o Kelvin, menos luz a lâmpada emite. Sim, uma HQI de 250w e 14.000 Kelvin não é tão clara como uma de 250w e 10.000 Kelvin e uma de 20.000 Kelvin e 250w emite menos luz que uma de 14.000 Kelvin! Para mostrar isso, peguei algumas leituras com um leitor de PAR. Comparando uma HQI de 250w de rosca com 10.000 Kelvin BLV com uma 250w de rosca com 14.000 Kelvin Coralvue, ambas tinham 6 meses de uso e estavam sendo utilizadas pelo mesmo tempo durante o dia e ambas foram suspensas a 22,5cm acima da superfície da água. E tinham os mesmos refletores. As leituras foram feitas diretamente abaixo das lâmpadas e 5 cm abaixo da superfície da água. A essa distância a luminosidade com a lâmpada de 10.000 Kelvin era de 515 µmol·m²·sec enquanto com a de 14.000 Kelvin ela era de 320 µmol·m²·sec . Essa é uma grande diferença. De fato, 35% de diferença! Nesse exemplo, a de 10.000 Kelvin era 35% mais forte que a de 14.000 Kelvin. Apesar de possivelmente haver diferenças entre a performance de reatores ou das marcas, quando comparei lâmpadas de 10,000 Kelvin com lâmpadas de 14,000 Kelvin, sempre observei que as de 14,000 Kelvin emitem pelo menos 25% menos PAR que as de 10,000 Kelvin. Mas espere, as com maiores Kelvin não irão penetrar mais na coluna d’água por serem mais azuis? Sim, é verdade que o espectro azulado penetra mais, mas não esqueça que estamos apenas lidando com uma profundidade bem rasa de água em nossos aquários, então esse efeito é praticamente insignificante na comparação entre as duas lâmpadas.

Espere, eu ouvi que os corais precisam da parte azul do espectro e então crescem melhor sob lâmpadas de 14.000 kelvin, não é? Não. E por algumas razões. Primeiro, a intensidade luminosa é menor em lâmpadas de 14.000 kelvin do que nas de 10.000 kelvin, como vimos, então, a menos que você tenha alcançado o ponto de saturação de um determinado coral, a taxa de fotossíntese alcançável com 14.000 kelvin será menor do que seria com 10.000 kelvin. Segundo e muito importante, os corais são muito adaptáveis. Apesar das Zooxantellae naturalmente absorverem luz da parte azul do espectro (assim como outros comprimentos de onda), a quantidade de luz azul que é emitida acima de 10.000 kelvin é frequentemente 4 a 5 vezes mais do que o encontrado em recifes e algumas lâmpadas como as Radium 20.000 kelvin emitem 8 a 12 vezes mais radiação a 454 nm que seria encontrado na natureza. De qualquer maneira, essa grande diferença entre o espectro natural e das lâmpadas que usamos não é problemática devido à grande adaptabilidade dos corais. É sabido a muito tempo que corais são capazes de mudar a abundância de diferentes famílias de Zooxantellae que são adaptadas a diferentes espectros de luz. A Zooxantellae é capaz de mudar seu conteúdo de pigmentos que absorvem a luz, assim como a atividade de várias enzimas para fazer melhor uso do espectro de luz disponível. Se você mover um coral em um recife de 15m para 10m de profundidade e examinar a abundância e o espectro de luz absorvido por pigmentos como clorofila c2 ou peridinin, você verá que eles mudaram, de maneira a fazerem o melhor uso da nova iluminação. Essa é uma ótima notícia para nós como hobbistas, já que isso significa que os corais podem se adaptar facilmente a diferentes tipos de luz que provemos.

Outro fator que deve ser mencionado quando examinamos intensidade da luz em corais é o efeito da luz refratando nos movimentos da superfície da água. Em águas rasas, já foi provado que essa refração de luz podem dobrar a intensidade de luz em pequenas rajadas. Esse efeito apenas ocorrerá quando pontos de luz são usados sobre o aquário e não quando utilizadas fontes difusas de luz, como lâmpadas fluorescentes. Usar lâmpadas HQI e ter superfície agitada implicará em ter o efeito, mas não tão forte como nos recifes naturais.

Agora que temos toda essa informação sobre intensidade de luz em nossos aquários, como podemos utilizá-la em nossos aquários? Felizmente, existem muitos bons estudos sobre o ponto de compensação e de saturação em corais. O ponto de compensação é a quantidade mínima de luz para um dado coral sobreviver e descreve o ponto em que o oxigênio produzido pela Zooxantellae é igual ao oxigênio demandado pela Zooxantellae/coral hospedeiro. No outro extremo existe o ponto de saturação, onde a taxa de fotossíntese é a máxima e prover mais luz não aumentará a mais a fotossíntese. Outro fator que deve ser considerado é a fotoinibição, que é quando existe tanta luz, que começam a haver danos e a fotossíntese começa a parar. Graças ao trabalho de grandes pesquisadores, agora temos os valores nos quais cada um dos eventos descritos ocorrem em alguns corais. Comparando essas demandas dos corais com a intensidade de luz que achamos em pontos do aquário, nós podemos determinar quais corais podemos manter e em que lugares eles devem ser posicionados em um aquário. Você deve estar surpreso como a fotoinibição é facilmente alcançada em vários corais, se posicionados de maneira inadequada.


Apesar da informação disponível não estar completa ainda, ela mostra alguns fatos interessantes. Deve ser notado, no entanto, que corais têm a habilidade de se adaptar, como anteriormente mencionado e as espécies mencionadas aqui poderiam ter diferentes pontos de saturação se vivessem em diferentes profundidades em um recife. Assim mesmo, tendo isso sido dito, para a vasta maioria dos corais, o ponto de saturação raramente excede os 350 µmol·m²·sec e para algumas famílias é muito menos ainda. Exceder a intensidade de luz acima do ponto de saturação dos corais não trará benefício algum ao coral, não aumentará a taxa de fotossíntese ou o crescimento e quando você alcançar o ponto de fotoinibição, você estará diminuindo a fotossíntese e o crescimento. O ponto de saturação dos corais também depende de vários fatores e têm sido mostrado que aumentando o fluxo de água ao redor do coral pode aumentar o ponto de saturação até certos limites. Você pode também observar na tabela abaixo que é bem fácil causar a fotoinibição em alguns de seus corais no aquário. Observe que o coral pode não morrer devido à fotoinibição, mesmo que o ponto já tenha sido excedido. A tabela mostra o ponto de fotoinibição, onde a intensidade ótima de luz foi transcendida e o excesso de luz causa estresse ao coral, mas o coral se adapta muito bem às mudanças através da retração dos pólipos e expulsão da Zooxantellae. Mas, se a intensidade da luz é muito alta, será muito fácil causar problemas de saúde ou até mesmo a morte do coral.

domingo, 15 de maio de 2011

Enxofre cama Biológicas desnitrificação

Introdução.


A uréia excretada pelos peixes e os resíduos metabólicos excretados pelos organismos vivos no aquário são utilizados pela flora bacteriana aeróbica para produção de energia e do produto final do processo de geração de nitratos. Este composto é muito menos tóxico do que o

amônia ou nitrito não é transformado por qualquer agência no ambiente rico em oxigênio normal de um aquário, de modo que eventualmente se acumula na água.

Nitrato pode atingir concentrações elevadas sem visíveis efeitos negativos sobre os seres vivos no aquário, com valores de 100 mg / l em aquários de peixes de água doce ou marinha e 10-20 mg / l em aquários de recife. A principal conseqüência da alta

concentrações deste nutriente é o crescimento de algas indesejáveis ​​na decoração, plantas e pedras, além do aspecto desagradável, no aquário gerar um grave

concorrência com invertebrados marinhos.

A maneira de controlar a concentração de nitrato é uma alimentação razoável, os habitantes do aquário, com mudanças regulares da água eo uso de armas biológicas desnitrificantes.

mídia pobre em oxigênio.

A necessidade dos seres vivos para a energia e grande concorrência para o acesso a ele, fez com que muitas criaturas para se especializar para obtê-lo.

As bactérias desempenham um papel importante no equilíbrio de qualquer ecossistema. Nós todos sabemos que a nitrificação em filtros biológicos produzidos pelas bactérias Nitrosomonas e Nitrobacter principalmente fixadas em substratos ricos em água

oxigênio. Mas que sobre substratos pobres ou falta de oxigênio que podem ser formados nas áreas de areia ou aquário com pouca circulação de água?. Estes substratos são colonizados por bactérias chamadas anóxicas ou anaeróbias, que vivem em

pobre ou carente de oxigênio e de energia têm sido desenvolvidos para uma série de processos que pode ser fatal para o nosso aquário ou muito favorável se podemos controlá-los. Algumas destas bactérias são capazes de reduzir nitratos na água

gás nitrogênio, que escapa para a atmosfera e são utilizados nos chamados filtros desnitrificantes para o qual vamos tentar.

Ele irá descrever as principais reações na ausência de oxigênio para compreender o perigo de desnitrificação descontrolada.

Na mídia anóxicas ou anaeróbias são produzidos principalmente por bactérias seguintes reações:

1. bactérias Micrococcus ou Bacillus são capazes de obter energia através da redução de ferro:

2.Desulfovibrio ou Desulfotomaculum redução de sulfato a sulfeto, produzindo sulfeto de hidrogênio tóxico e de odor fétido:

3.Methanobacterium Methanobacillus e de metano produzido compostos de carbono:

4.Pseudomonas e Achromobacter são capazes de reduzir o nitrato relativamente inofensivos para tóxica nitrito:

e, em seguida, o gás nitrogênio desejado:
obtidos como resultado da reação processo geral:

ou a reação:

O N [2] O é um gás com efeito de estufa, com 280 vezes maior do que o CO [2].

5.denitrificans Thiobacillus é capaz de oxidar enxofre, o sulfato de nitrato de redução:

também produzindo uma remoção de nitrato da água.

desnitrificação biológica em aquários.

Como visto nas reações acima, é possível reduzir o teor de nitrato da água por dois processos diferentes realizadas por dois tipos diferentes de bactérias. Por um lado temos as bactérias Pseudomonas, que com um composto de carbonato, como a glicose são capazes de reduzir nitrato a gás nitrogênio e água, por outro lado temos as bactérias Thiobacillus denitrificans que reduzem o nitrato a gás nitrogênio na presença de átomos de enxofre.

Em todos os aquários de processos de desnitrificação biológica ocorrer espontaneamente, sem necessidade de quaisquer filtros desnitrificantes. Esses processos ocorrem principalmente dentro do substrato de cascalho do fundo do aquário de água doce ou marinhos

dentro da rocha, e é tão útil no aquário. Nestes meios há uma redução do oxigênio dissolvido na água, de modo que estes substratos estão estabelecendo colônias de bactérias Pseudomonas. A fonte de carbono

obter água, há sempre uma certa quantidade de compostos orgânicos dissolvidos. Em nossos aquários nunca são significativa de colônias denitrificans Thiobacillus porque a decoração, cascalho e outros elementos do aquário sem enxofre.

Desnitrificantes filtros.

Todos os comerciais colônias de bactérias Pseudomonas desnitrificantes utilizados para a remoção de nitrato da água. Eles consistem de um cilindro que é biobolas cheios ou outra área de alta substrato de superfície que circula lentamente a água do aquário. Em

a parte inicial do cilindro, como entrar na água rica em oxigênio, estabelecendo colônias de bactérias nitrificantes, que consomem a amônia e nitrito e nitrato de geração, consumo de oxigênio dissolvido na água. O oxigênio diminui à medida que a água, estão sendo estabelecidas colônias no solo desnitrificadores que reduzem o nitrato a nitrogênio gasoso, como visto acima.

Para que a desnitrificação ocorre no filtro corretamente, é necessário que o fluxo de água do aquário através do interior do filtro é lento, assim como para reduzir a concentração de oxigênio dissolvido e pode ser definido bactérias desnitrificantes e, por outro lado, exigir a participação de alguns compostos orgânicos carbonatados para as bactérias.

Estas duas condições que, a priori, parecem simples, na prática eles não são, levando à criação de filtros desnitrificantes é muito complicado.

O fluxo de água deve ser muito lenta, da ordem de alguns mililitros por minuto, dependendo do empregado denitrificador eo volume do reator. Se o fluxo de água é muito lenta, o oxigênio dissolvido na água é completamente consumido, de forma que

estabelecer colônias no resto das bactérias anaeróbias mencionados, dando origem ao metano e sulfureto de hidrogénio que podem arruinar todo o aquário. Se o fluxo de água é muito alto, não venha a estabelecer condições adequadas de anaerobiose e de desnitrificação é o nitrito produzido incompleta como produto final, muito tóxico para os organismos vivos no aquário. Por esta razão, a saída do filtro deve ir desnitrificantes
A contribuição do composto orgânico usado como fonte de carbono, também apresenta problemas. Se a contribuição não é suficiente, embora o fluxo de água é correto, não for concluída a segunda fase do processo de desnitrificação (nitrito e nitrogênio), gerando nitrito. Se houver um excesso, o excesso de carbono é utilizado por bactérias redutoras de sulfato, produzindo sulfeto de hidrogênio.

Para tentar resolver ou minimizar estes problemas, os fabricantes têm feito uma série de melhorias para os filtros como eles são preenchidos biobolas composto de carbono que, lentamente, dão lugar a distribuição de água e circulação da água ao longo de todo o reator

prevenir a ocorrência de zonas anóxicas e produção de sulfureto e metano.

Outro problema com o uso dessas desnitrificantes é instalado em um aquário existentes, com uma carga significativa de nitratos na água. À medida que amadurecem a flora bacteriana do filtro e começar a metabolizar o nitrato, a concentração do produto diminui, de modo que a contribuição de carbono deve ser reduzido proporcionalmente, o que obviamente não é fácil. É mais fácil o ajuste desses filtros em aquários ou recém-montado

baixo teor de nitrato, que deve ser tratado somente nitrato produzido no momento, já que é mais ou menos constante ou variando lentamente, se você aumentar a biomassa do aquário.

O estabelecimento da flora bacteriana em um filtro de desnitrificação é um processo lento e gradual, para cerca de um mês necessários para o funcionamento adequado. Durante o período de amadurecimento do filtro, inicialmente estabelecida bactérias

reduzir o nitrato a nitrito e, finalmente, a redução de nitrito a nitrogênio gasoso. Por esta razão, nos estágios iniciais de maturação, o efluente do filtro com nitritos e é necessário passar o efluente através do filtro do aquário nitrificantes.

Outro aspecto importante do processo de nitrificação biológica é o seu efeito sobre o pH da água do aquário. Como todos temos visto, tanto em aquários de água doce e marinhos, é uma diminuição do pH com o tempo devido ao processo de nitrificação:
em que cada molécula de nitrato e amônia  é transformada em dois prótons são produzidos, que acidifica a água.

No processo de desnitrificação biológica descrita por cada molécula de nitrato removida há um OH ^ - ou o que é consumido é o mesmo que um próton, contrariando a acidificação causada pela nitrificação.

desnitrificação biológica em uma cama de enxofre.
Como mencionado acima, também é possível através de desnitrificação biológica denitrifcans bactérias thiobacillum, mas no aquário não ocorre porque o único composto de enxofre é o íon sulfato (SO [4] = ^) e não quantidades apreciáveis

enxofre elementar (S).

A questão que se coloca é se vale a pena usar filtros preenchidos com partículas de enxofre para a desnitrificação e que os benefícios poderiam surgir.

A principal diferença entre os dois tipos de bactérias usadas na desnitrificação biológica é que a bactéria Pseudomonas são heterótrofos, enquanto Thiobacillus bactérias autotróficas não estão, portanto, requerem a entrada de compostos orgânicos como fonte de carbono. Isto irá remover um dos dois parâmetros críticos para ajustar o filtro de desnitrificação. Outra vantagem da bactéria Thiobacillus, que é anaeróbia é opcional, ou seja, em meios com alto teor de oxigênio, é capaz de respirar-lo diretamente. No caso da Pseudomonas, estabelecendo um meia

colónias aeróbias desaparecer.

Outra vantagem importante é que as colônias de Pseudomonas para baixo em um período muito curto, 2-3 dias, assim você não precisa de um longo processo de maturação durante o qual o nitrito desnitrificantes está liberando para o aquário e da resposta

da colônia de bactérias para o aumento da biomassa do aquário é muito rápido.
Porque as bactérias anaeróbias Pseudomonas é opcional, o fluxo através do filtro desnitrificantes não é crítica. Se a taxa for muito alta e não consumido todo o oxigênio no filtro ou apenas uma pequena parte no final do mesmo, as bactérias respiram oxigênio e fez parte do processo de desnitrificação, mas nunca produzem nitrito como no caso de bactéria Pseudomonas. No caso em que o fluxo é muito lento eo oxigênio é consumido muito rapidamente, as conseqüências são menos graves do que com Pseudomonas porque há um consumo extra de matéria orgânica carbonatada, por bactérias necessárias para produzir enxofre Desulfovibrio S ^ =, enquanto a quantidade de metano gerado será igual em todos os filtros desnitrificantes.
Em resumo, em uma cama desnitrificantes filtros que utilizam bactérias Thiobacillus enxofre e têm um período de maturação muito menor do que os convencionais, não necessitam da entrada de carbonato de matéria orgânica como alimento para as bactérias Pseudomonas e não necessitam de ajuste do fluxo estrito.

Durante o processo de desnitrificação em uma cama de enxofre, reduz os nitratos em gás nitrogênio, e é oxidado para sulfato de cama de enxofre. Portanto, os nitratos são substituídos por sulfato. A concentração de sulfato na água do mar é

2,65 g / l, como os sulfatos produzidos pela desnitrificantes filtro terá uma influência praticamente desprezível.

O problema com estes filtros é sua influência sobre o pH da água. Temos visto que as bactérias desnitrificantes de filtros convencionais consomem prótons dos dois que ocorrem na nitrificação e, portanto, contribuem para manter o pH estável no aquário. No entanto, a cama Thiobacillus desnitrificadores enxofre não só consome um próton, mas para cada seis moléculas de nitrato reduzido produzir quatro

prótons. É óbvio que se um tanque em operação com uma carga considerável de nitrato, foi instalado um leito filtrante desnitrificantes enxofre produz uma queda no pH pode arruinar todo o aquário.
Para controlar a variação de pH pode ser colocado na saída do desnitrificantes um leito de carbonato de cálcio para neutralizar a acidez produzida, mas essa solução só é válida para aquários marinhos. Acidificados água que passa através do leito de carbonato de cálcio irá produzir a seguinte reação:
Os prótons gerados na desnitrificantes ser consumida, produzindo dióxido de carbono (CO [2]) e cálcio (Ca ^ 2 +). O dióxido de carbono vão escapar para o ar enquanto o cálcio é incorporado na água do aquário. Este fato torna o uso da cama desnitrificantes enxofre não são adequados para a água fresca que irá produzir um aumento significativo na dureza. Em contraste, os aquários de recife, não apenas reduzir o teor de nitrato da água, mas também ajudam a manter os níveis de cálcio no aquário

Estes filtros estão sendo amplamente utilizado na França, tanto em aquários marinhos e plantas para o tratamento de águas residuais. No caso das estações de tratamento de água, o aumento da dureza devido aos íons de cálcio, é menos importante para não ser um ciclo fechado, como acontece com a água do aquário, para que não haja acumulação excessiva de cálcio.
Nos aquários de Saint Malo de Paris e no Museu de Arte da Oceania e da África em Paris estão usando esses filtros, desde 1991, em aquários marinhos e de recifes, os valores permanecem estáveis ​​de nitrato de cálcio e água, sem aditivos ou filtração

adicional. A idéia original é do biólogo francês Marc Langouet.
Cama de enxofre projeto do filtro.
Na literatura científica, aplicada ao tratamento de águas residuais, tem havido vários estudos sobre o tamanho das partículas de relacionamento, enxofre, entre o volume de enxofre e carbonato de cálcio utilizado, precisa usar duas camas diferentes e têm o enxofre e carbonato na mesma cama, etc ..., em relação ao ótimo desempenho destes filtros.
As principais recomendações, extrapolado para o uso em aquários, são os seguintes:
•O uso de partículas de enxofre com um diâmetro de aproximadamente 3 a 5 mm.

•1 litro de enxofre por 100 litros de água a ser tratada.

•A taxa de fluxo entre 1 e 5 litros por hora, por litro de leito de enxofre, dependendo da concentração de nitratos. Se a saída do filtro cheira a ovos podres, o fluxo é muito lento e estão produzindo sulfetos. Se o fluxo é rápido demais para ser detectado nitrato de filtro de saída.

•A relação de enxofre / carbonato de cálcio 03/01  A melhor fonte de coral de carbonato de cálcio é de cascalho grosso, com granulometria de 3 a 5 mm para evitar problemas de entupimento.

abç

quarta-feira, 17 de março de 2010

MÉTODO: Balling no Aquário de Reef !!!


Metodo Balling p / controle de Ca, Mg e RA

Para aqueles aquaristas que não Possuem reator de cálcio ou OPTARAM por retirar o reator do sistema evitando assim a injeção de CO2 na agua e formação de acido CARBONICO com constante queda de pH, O Controle dos Parâmetros Químicos da Água Através do metodo Balling Plus atende perfeitamente as exigencias de um aquário.
  • Cloreto de cálcio dihidratado, sais Balling
  • Bicarbonato de Sódio sais Balling
  • Cloreto de Magnésio, sais Hexaidrato Balling
  • Sulfato de magnésio, sais Heptaidrato Balling
  • sais de cloretos de Balling
                                        
1 - Diluir os Produtos em agua de reversi osmosi ou Deionizador
2 - Fazer os testes na agua do aquario para Determinar os niveis de calcio, magnesio e reserva alcalina e anotar todos os  dados a cada nova medição.
3 Lembre-se os parametros calcio DEVE ser ao redor de 450mg / l, magnesio ao redor de 1350mg/le reserva alcalina entre 8 e 9 dKH
4 - A relação entre as três soluções para  evitar alteração do equilibrio  iônico DEVE ser (1 / 2, 5 / 1). ex: Então, se somarmos10ml da solucao1,  deve adicionar 25ml de solução2 e 10 ml da solução3.
5 - De um espaçamento de pelo menos 1 hora entre uma e outra solução, pode ser a qualquer hora do dia ou da noite, estes produtos não alteram o Ph.

6 - Vc pode preparar as soluções desde poucos litros  e estocar, pois elas não se alteram quando guardadas por dias ou semanas.
7 - Também a adição destes sais aumenta a densidade da agua, então nas TPA's com agua prepararada a  uma densidade um pouco só mais baixa para compensar. Use sempre um refratometro para medir a densidade, nada tem a precisão que ele proporciona.

VANTAGENS DO MÉTODO
-Custos mensais baixíssimo ( R$ 15,00 aproximadamente para 100L).
-Compare o Balling, (R$) com os produtos industrializados.
-Manutenção de niveis de calcio e reserva alcalina bem acima da Capacidade de um reator de calcio, sem adição de CO2 no reef .
-Pode ser estocado por longo tempo.
-Custo dos cloretos X midia para o reator, incomparavel
-Evita-Investimento em reator de Cálcio e Mideas
Evita-Necessidade de dosar kalkwasser e evita investir em reator de kalkwasser

quarta-feira, 3 de março de 2010

VENDA - Balling e Suplementos para seu Reef !

SUPLEMENTOS METODO PARA balling
Balling Nacional R$50,00
Sol(1) 3 Litros
   Sol(2) 7.5 Litros
Sol(3) 3 Litros



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Reef SUPLEMENTOS n.

Estroncio 250 ml - R $ 35,00 uma dose recomendada e de1ml Para cada 100L, Uma Vez Por Semana.

Iodo 100 ml - R $ 20,00 a dose recomendada é de 1ml  para cada 100 litros, UMa Vez Por Semana.

 
Potássio 250 ml - R $ 35,00 a dose recomendada é de 1ml Para cada 100L, Duas Vezes Por Semana.
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Envio pelo
Correio
Azul Cargo
JadLog


CONTATO:
E-mail denilsonbraatz@yahoo.com.br 
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Simulação (R $) Custos Mensal
Veja Abaixo UM EXEMPLO DE UM de Custo Reef de 100 litros, Por 30 Dias de USO Contínuo!
podendo variar Parágrafo Menos Mais Valores OU OS.
Faz-se Necessário dos parametros da Medição do Recife A CADA Três Dias COMEU UMA estabilização dos Sistemas

Suplementos n Ballling (Solução 1,2,3) 
R $ 10,00 Custo n. 100 litros in 30 Dias de USO contínuo.


Suplementos (Estroncio, Iodo, Potássio)
R$ 5,00 Custo n. 100 litros in 30 Dias de USO contínuo.